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O Fim Dos Três Poderes, Ou A Decadência Das Instituições

   O que faz uma criança chorar e o jovem revoltar, muitas vezes é a falta de comunicação, entendimento entre pais, filhos e sociedade. Situação parecida fizeram surgir o Expressionismo Alemão, a guerra das gerações, tema tratado de forma genial na peça teatral "O Despertar da Primavera" - De Wedekind; e a incomunicabilidade humana, conflito também explorado pelo talentoso Samuel Beckett no seu Teatro do Absurdo. Tudo isso faz pensar na Torre de Babel do contexto contemporâneo, vilão que cria a polarização na política e nas redes sociais.  Por outro lado, quando instituições como os Três Poderes se fecham no próprio umbigo e começam a justificar as suas existências de mordomias e supersalários, pode ter certeza que tais atitudes do teatro do absurdo são mentiras, com o único propósito de continuar a exploração através da corrupção e falta de coerência na comunicação dos seus atos. A morte das instituições ou de impérios acontecem de dentro para fora, depois de já não cons...

A Nova Ordem - Exterminar A Educação E A Cultura Plural

Estamos tentando ajudar a educação, não é nada fácil,  porque milhões de jovens no Brasil são jogados no precipício da desigualdade social todos os anos, e outros milhares são assassinados pelos  fundamentalistas de plantão. Querem jogar o pobre na ignorância, no máximo um curso técnico pra eles, mas o rico vai pra universidade. Algumas bestas que ocupam a governança atual foram criados na bolha do distanciamento da diversidade cultural. O Ministério da Educação atual com os seus seguidores, bando de lambes coturnos espalhados pelos Estados e Municípios, estão implantando no Brasil a casta educativa, fruto da cultura da exploração. Mais cedo ou mais tarde essa covardia acaba e tais delinquentes do ensino separatista conhecerão a consciência da igualdade e justiça social.

A desconstrução atual na educação e cultura brasileira é assustador.

A educação ia até muito bem até aparecer um bando de cavernosos egocentricos achando que são Jesus Cristo, ou Maomé no poder da terra, e que podem transformar água em vinho, daí já viu o que o fanatismo faz, apaga a luz porque acostumaram com a chibata da escuridão. Nunca vi tanta burocracia, blábláblá e desmonte no ensino. Vivemos tempos sombrios. A atual governança não quer saber de pobre aprendendo o protagonismo, afinal, o saber desperta a justiça, daí quem vai pagar as contas e proporcionar aos ricos e poderosos as tais mordomias e os bilhões de dólares nos paraísos fiscais? O que tem de filhotes da ditadura e do coronelismo no Brasil é surreal. Você arranca a erva daninha dos poderes, mas eles voltam aínda mais fortes e fanáticos. Se não ficarmos espertos e agirmos imediatamente o Brasil vira o Talibã.

O Caos No Trânsito de Lafaiete

Algumas ruas de Conselheiro Lafaiete viraram garagem de caminhão, fato que produz rachaduras nas casas e estouro nos encanamentos de água e esgoto. Na Rua Barão de Pouso Alegre ninguém dorme depois das 4:00hs da manhã, quando os caminhões e ônibus das empresas começam a ligar os motores e a circular, geralmente com motores desregulados, daí o cheiro de óleo queimado e um barulho ensurdecedor. Onde está a fiscalização e ADM pública competentes? Porque os moradores são obrigados a conviver com esse hospício no trânsito? Aqui é terra sem lei? E a justiça? Aínda tem o caos  no trânsito das 17:00hs até às 20:00hs, porque os motoristas estacionam onde bem entendem e a rua fica impossível de viver. A sensação que dá convivendo no trânsito da cidade é que tudo ficou ao deus-dará.  Para ser político e funcionário público, a pessoa precisa ter cultura, conhecimento, ser honesto e trabalhar, caso contrário o povo adoece e padece.

O Mau Exemplo da Justiça Brasileira

Quem deveria ser modelo de justiça e autocrítica, é o principal ator de desrespeito e violação da Constituição. O brasileiro paga imposto do ladrão para ser traído pela justiça, com supersalários, penduricalhos, mordomias, venda de sentenças e uma fila de milhões de processos encalhados. É muita hipocrisia esperar respeito de uma instituição que estrupa o cidadão com tamanha monstruosidade. O povo passando fome, sem emprego e onde morar, e os bonitinhos representantes da justiça assistindo tudo do camarote, da bolha ilusória assassina. Vivem e interpretam a lei de acordo com interesses pessoais e mesquinhos, de quem chupa o sangue do cidadão sem misericórdia. Se tem fome, falta de moradia e saúde é porque a justiça não cumpre com o seu dever, ou interpreta a Constituição de forma equivocada, egoísta. O povo não aguenta mais carregar instituições obsoletas e que representam apenas a elite rica e com poder. Toda covardia tem limite e fim. Agora, porque os homens justos e honestos represe...

Biden foi corajoso e sensível...

O USA fez bem em sair do Afeganistão porque guerra é um atestado de burrice, resultado de governo incompetente e sem criatividade na solução de conflitos.  Perder uma guerra por desistência muitas vezes é sair vitorioso, significa juízo e humanidade. Não se joga com a vida alheia. Biden foi corajoso e sensível, só errou na organização da retirada.  Tristeza tudo isso. Em oração pra terminar esse sofrimento porque ninguém merece conviver com estado de guerra. Tenho pena da mulher afegã, agora, covardemente estrupada e subjugada pelo regime machista do Talibã.

SURREAL 10.1

                                Escrevi este texto teatral inspirado pelas lembranças de algumas visitas, também é o resultado do que percebo do onirico, ou da dimensão da espiritualidade, sem esquecer a realidade no aqui-agora, é uma dramaturgia contemporânea, ou seja, pós-moderno.  Sobre o autor: Ator e diretor formado em artes cênicas; e arte-educador.  *Em homenagem ao querido Salvador Dalí. ( Um grupo de artistas atravessam lentamente o palco, dançam e cantam músicas folclóricas, e cantos de natal.) Eu: Surreal! Artaud: Meu irmão aqui! Milagre de Deus. Eu: O bom amigo nunca esquece o caminho das pedras. Artaud: Eu tinha um bastão que usava pra espantar os maus espíritos. Eu: Sei. Você sentava o o pau neles, mas não adiantava nada. Artaud: Como anda a vida na terra de ninguém? Eu: Só mudou o figurino, já o texto, é o de sempre. Meu amigo, falhamos! Agora responde, onde esta o erro? Nem Sócrates...